amputou-me
a mão
com palavras
silenciosas
segunda-feira, 7 de maio de 2012
amálgama
um sutiã
um laço
três tic-tacs
que mais há de você em mim
que eu sei
que se sabe
?
riso
guizo
estálo
abalo
oscilação
tremor
pudor
em flor.
ein flor?
um laço
três tic-tacs
que mais há de você em mim
que eu sei
que se sabe
?
riso
guizo
estálo
abalo
oscilação
tremor
pudor
em flor.
ein flor?
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Christiano Scheiner: Que me partias
Christiano Scheiner:
Que me partias:
Eu peguei em tua mão
porque estava aqui:
- não partiria sem teu riso
- mas tu me partirias
em dois
Que me partias:
Eu peguei em tua mão
porque estava aqui:
- não partiria sem teu riso
- mas tu me partirias
em dois
sábado, 21 de abril de 2012
O que é que há em mim
que não sei se há em você
mas que ainda há em mim
e sei que já houve em você
Mas o que é que há com você
que eu sei que não há em mim
e nem sei porque há em você
Mas o que é que sente você
que eu sei que não sente por mim
que um dia eu senti por você
e há tudo pra sentir por mim
que um dia eu senti por você
e há tudo pra sentir por mim
também sinto que há algo em você
e o que é que achamos e sentimos
eu sei que um dia vai ser pra valer
Escrito por:
Ana Claudia Dal Zot
Pedro Paulo Neves Peixoto
Pedro Torres Dos Anjos
terça-feira, 17 de abril de 2012
(NOSSA, isso é um poema. POEMA DA LOUCURA)
grrrrrrr
tão maluca!!!!!!!!!!!!!! é você
deixou-me endoidecer
postumamente emergiu
à lucidez
à lucidez
pois fiquei na loucura
sexta-feira, 13 de abril de 2012
seria pêssego?
lábios feito pera não-madura-mas-suculenta
envolvimento sutil: sem entrega
o-que-é-que-há-e-é
o-que-há-em-você-que-é
o-que-há-em-mim
que-há-em-você-que-é
o-que-há-em-nós-que-é
o-que-há-em-um-reflexo
que-há-em-ti-refletindo
o-que-há-em
mim-que-é-algo-que
há-e-nós-não-sabemos
o-que-é-que-há
e há um breve sabor de-superficial-envolvimento-sem-movimento
que é sabor de fruta mordida.
(pêssego tem gosto de você).
envolvimento sutil: sem entrega
o-que-é-que-há-e-é
o-que-há-em-você-que-é
o-que-há-em-mim
que-há-em-você-que-é
o-que-há-em-nós-que-é
o-que-há-em-um-reflexo
que-há-em-ti-refletindo
o-que-há-em
mim-que-é-algo-que
há-e-nós-não-sabemos
o-que-é-que-há
e há um breve sabor de-superficial-envolvimento-sem-movimento
que é sabor de fruta mordida.
(pêssego tem gosto de você).
quarta-feira, 28 de março de 2012
caramelo caramelado carameladinho
enrosque-se de mansinho ao meu corpo derretido
derreta-se e deleita-se ao sentir o frescor do meu querer oculto
toca-me com suas mãos de fitas e afagos derradeiros
dobra-teus cotovelos
erga-teus joelhos
fecha-teus olhos
deixa-me conduzir seu tato me encaixando no seu disparato
cavando teu desenho em mim
ressuscitado n'um retrato nosso.
derreta-se e deleita-se ao sentir o frescor do meu querer oculto
toca-me com suas mãos de fitas e afagos derradeiros
dobra-teus cotovelos
erga-teus joelhos
fecha-teus olhos
deixa-me conduzir seu tato me encaixando no seu disparato
cavando teu desenho em mim
ressuscitado n'um retrato nosso.
Cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair
e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cai
r e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair
e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair
e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
ressuscitar.
e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cai
r e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e
morrer cair e morrer cair
e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair
e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer cair e morrer
ressuscitar.
terça-feira, 13 de março de 2012
flores & borboletas
as flores exalam seu perfume
os dias são mais claros
as luas mais brilhantes
a grama não só verde
é um convite a contemplação do tempo-espaço
as cores são vibrantes
o tempo passa sorrateiro
os cabelos que cobrem meus olhos
sussurram-me ao pé d'ouvido:
como num suspiro...
o amor está no ar.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sou primavera.
de que adiante me negar
quando reconheço o seu mais sincero sorriso
relembrando que eu que tantas vezes fui a causa dele
apenas posso avistá-lo em uma retrato que o eternizou
livre feito borboleta que acaba de sair do casulo
e não precisa (re)pousar
?
és o frescor e o jasmim se misturando ao vento dançando no ar
serei sempre primavera
para florescer
e te fazer ventar
quando reconheço o seu mais sincero sorriso
relembrando que eu que tantas vezes fui a causa dele
apenas posso avistá-lo em uma retrato que o eternizou
livre feito borboleta que acaba de sair do casulo
e não precisa (re)pousar
?
és o frescor e o jasmim se misturando ao vento dançando no ar
serei sempre primavera
para florescer
e te fazer ventar
"Isso poderia ser o Céu ou o Inferno".
E me pergunto:
- Onde foi que nos perdemos?
Então ouço ao fundo:
"Lá estava ela na entrada da porta;
- Onde foi que nos perdemos?
Então ouço ao fundo:
"Lá estava ela na entrada da porta;
Eu ouvi o sino da recepção
e estava pensando comigo mesmo:
"Isso poderia ser o Céu ou o Inferno".
Ela acendeu um candelabro e me mostrou o caminho.
Havia vozes pelo corredor,
Eu acho que ouvi elas dizerem...
Bem-vindo ao Hotel Califórnia,
Que lugar encantador;
Que rosto encantador".
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Estou me sentindo péssima - ela disse.
Estou me sentindo péssima - repetiu.
Dizia que sua garganta estava apodrecendo.
E estava.
Junto do cérebro e do seu pulmão.
Ela estava péssima: dores até nos cotovelos.
Disse que estava péssima.
E estava.
Ela queria mesmo era um acalento ao seu pobre coração;
Que estava péssimo e cinzento.
Então responderam: ai, calma.
E ela queria ter ouvido uma palavra de consideração.
Estou me sentindo péssima - tornou a dizer.
(Compreendia-se: "o interior não aguenta tinta").
Estou me sentindo péssima - repetiu.
Dizia que sua garganta estava apodrecendo.
E estava.
Junto do cérebro e do seu pulmão.
Ela estava péssima: dores até nos cotovelos.
Disse que estava péssima.
E estava.
Ela queria mesmo era um acalento ao seu pobre coração;
Que estava péssimo e cinzento.
Então responderam: ai, calma.
E ela queria ter ouvido uma palavra de consideração.
Estou me sentindo péssima - tornou a dizer.
(Compreendia-se: "o interior não aguenta tinta").
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Foi o tempo que eu dediquei ao meu jasmin que o fez tão importante
“Foi o tempo que você dedicou a sua rosa que a fez tão importante”.
O Pequeno Príncipe.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Amor amar amor
Amo amar amor amado amou amando ...
(...)
-Prometo, na maior parte das coisas: ainda serei o mesmo - disse-lhe com um olhar sereno.
- Espero - respondeu com frieza.
-Assim - exitou, repensou e continuou; Sou forte em várias coisas, mas meu coração é a coisa mais frágil que o mundo criou. Prefiro mantê-lo assim seguro. Tem tendências para ser 8 ou 80. E sim, Goiaba, não vou deixar de falar contigo. Você é minha e eu sou seu.... de uma maneira ou de outra, entende? Tampouco, de falar as besteiras e conversar como antes.
-De vez em nunca você admite sua sensibilidade. Agrada-me saber que és mais de mim que se sabe - fitou-lhe com olhos d'água.
-Só não me cobra muito... porque meu salário é baixo - brincou, como sempre fazia quando o assunto era sério demais ou triste demais.
-O que eu quero dinheiro nenhum compra - esboçou um sorriso.
-Amo-te, tonta - disfarçou passando a mão na cabeça para sentir os cabelos que lhe faltavam.
-Quero adormecer um sono tranquilo... acompanha-me?
-Não me imagino sem você, Goiaba - disse como quem confessa.
-Declarações aleatórias... são sempre deleitosas - abraçou-o contornando seu pescoço.
-Claro - respondeu com a sua masculinidade ogra e fictícia, pois era um doce.
-Que gostoso saber disto - beijou-o levemente atrás da orelha.
-Tenho um programa aqui, que joga umas frases... "aleatórias". Foi essa que caiu, só dei um ctrl+ c e ctrl+v.
(...)
-Prometo, na maior parte das coisas: ainda serei o mesmo - disse-lhe com um olhar sereno.
- Espero - respondeu com frieza.
-Assim - exitou, repensou e continuou; Sou forte em várias coisas, mas meu coração é a coisa mais frágil que o mundo criou. Prefiro mantê-lo assim seguro. Tem tendências para ser 8 ou 80. E sim, Goiaba, não vou deixar de falar contigo. Você é minha e eu sou seu.... de uma maneira ou de outra, entende? Tampouco, de falar as besteiras e conversar como antes.
-De vez em nunca você admite sua sensibilidade. Agrada-me saber que és mais de mim que se sabe - fitou-lhe com olhos d'água.
-Só não me cobra muito... porque meu salário é baixo - brincou, como sempre fazia quando o assunto era sério demais ou triste demais.
-O que eu quero dinheiro nenhum compra - esboçou um sorriso.
-Amo-te, tonta - disfarçou passando a mão na cabeça para sentir os cabelos que lhe faltavam.
-Quero adormecer um sono tranquilo... acompanha-me?
-Não me imagino sem você, Goiaba - disse como quem confessa.
-Declarações aleatórias... são sempre deleitosas - abraçou-o contornando seu pescoço.
-Claro - respondeu com a sua masculinidade ogra e fictícia, pois era um doce.
-Que gostoso saber disto - beijou-o levemente atrás da orelha.
-Tenho um programa aqui, que joga umas frases... "aleatórias". Foi essa que caiu, só dei um ctrl+ c e ctrl+v.
(...)
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