(...)
-Prometo, na maior parte das coisas: ainda serei o mesmo - disse-lhe com um olhar sereno.
- Espero - respondeu com frieza.
-Assim - exitou, repensou e continuou; Sou forte em várias coisas, mas meu coração é a coisa mais frágil que o mundo criou. Prefiro mantê-lo assim seguro. Tem tendências para ser 8 ou 80. E sim, Goiaba, não vou deixar de falar contigo. Você é minha e eu sou seu.... de uma maneira ou de outra, entende? Tampouco, de falar as besteiras e conversar como antes.
-De vez em nunca você admite sua sensibilidade. Agrada-me saber que és mais de mim que se sabe - fitou-lhe com olhos d'água.
-Só não me cobra muito... porque meu salário é baixo - brincou, como sempre fazia quando o assunto era sério demais ou triste demais.
-O que eu quero dinheiro nenhum compra - esboçou um sorriso.
-Amo-te, tonta - disfarçou passando a mão na cabeça para sentir os cabelos que lhe faltavam.
-Quero adormecer um sono tranquilo... acompanha-me?
-Não me imagino sem você, Goiaba - disse como quem confessa.
-Declarações aleatórias... são sempre deleitosas - abraçou-o contornando seu pescoço.
-Claro - respondeu com a sua masculinidade ogra e fictícia, pois era um doce.
-Que gostoso saber disto - beijou-o levemente atrás da orelha.
-Tenho um programa aqui, que joga umas frases... "aleatórias". Foi essa que caiu, só dei um ctrl+ c e ctrl+v.
(...)
Nenhum comentário:
Postar um comentário